Entre sonos
Dorme, meu anjo...
Que vidas jamais serão tão tolas, tão vãs como aquelas...
Com suspiros fáceis e bocas frágeis, teu próprio ser mal aparece...
Dorme, minha criança...
Que então essa tua nojenta catatonia cede, e entre pesadelos tua vida segue, dia a dia, noite pós noite, com amanheceres frios e entardeceres pálidos.
Dorme, dorme, dorme...
Que loucuras como estas cessam, vidas como as delas morrem, e aí o silêncio cala...
Dorme.
E me deixa aqui.
Que o sangue já rareia dos pulsos...
Dorme, que logo te encontro.
Dorme, que cedo tudo acaba.
Dorme, que ainda agora eu morro.
Que vidas jamais serão tão tolas, tão vãs como aquelas...
Com suspiros fáceis e bocas frágeis, teu próprio ser mal aparece...
Dorme, minha criança...
Que então essa tua nojenta catatonia cede, e entre pesadelos tua vida segue, dia a dia, noite pós noite, com amanheceres frios e entardeceres pálidos.
Dorme, dorme, dorme...
Que loucuras como estas cessam, vidas como as delas morrem, e aí o silêncio cala...
Dorme.
E me deixa aqui.
Que o sangue já rareia dos pulsos...
Dorme, que logo te encontro.
Dorme, que cedo tudo acaba.
Dorme, que ainda agora eu morro.