Que não acreditam naquelas doces loucurinhas, que todos temos. Que as escondem, por medo, temor, vergonha, ou qualquer outro sentimento fútil e dispensável.
Pobres de espírito? Não sou nada para julgar. Mas que tristeza sinto por aqueles que acreditam piamente serem... normais?!
E em dias tolos, num lugar lotado, riem e disfarçam quando um, livre de pré-conceitos, deixa sua loucura aflorar.
Que triste o mundo daqueles que não sabem ser livres.
Livres até mesmo de si.
obs. análogas.: escrito num momento de absoluta "loucura".
Não sei eu o que significa... para que pensar sempre?
Não sei eu o que significa... para que pensar sempre?
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