Ele e ela se encontraram. O relacionamento não era nada comum... não se tocavam. Não se beijavam. Não olhavam nos olhos um do outro. Ele não sabia a sedosidade do cabelo dela. Ela não sabia da maciez das mãos dele. Ele não via os olhos dela mudarem de cor num dia de sol. Ela não via o brilho dos olhos dele ao receber pequenas surpresas.
Mas apesar de todos os obstáculos. Apesar da distância. Mesmo com brigas superficiais e ciúmes escondidos e medos bobos eles se amam. E como em todo e qualquer amor, aconteceram momentos bons. Conversas boas e confidências sinceras e elogios macios. E poucos tristes momentos ruins. Desconfianças vãs e acusações tolas e discussões duras.
E mesmo com todos os pesares eles acreditam. Crêem na paixão e no amor e no carinho. Desejam e depositam esperanças e sonhos um no outro. Desejam-se ardentemente como somente jovens apaixonados podem. Trocam juras de amor e palavras eternas de afeição.
E são felizes. Conheceram o amor sincero e a paixão escondida. Querem agora o amor inteiro e a paixão louca. E contam dias e horas e minutos e segundos para isso. E se amam. Hoje e, acreditam, sempre.
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