8.24.2004

Prazeres (quase) proibidos

Não provoca não. Ah... não faz assim. Que eu não posso, não devo... ah, mas eu quero, quero.
Não me dá esse olhar. Nem vem com esse sorriso cafajeste. Que eu tô quase, quase caindo...

Sai daqui com esse jeitinho simpático. Com essa voz rouca. Esse cheiro impossível.
Sai daqui que tu não podes fazer isso... que tu não presta, e eu menos ainda por não dizer que não.

Ah, sai daqui tentação! Que a vontade de dizer que sim aumenta. E tu bem sabes que eu não quero nada contigo, só agarrar teu corpo e sugar tua alma e beijar tua boca.

E nada mais me prende para o não. Só minha consciência. E essa já está tão longe, longe...
Então não chega perto não... que daqui a pouco eu não agüento...

E aí a culpa vai ser grande... e o prazer também.

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